
Tua ronda lança pequenas faíscas que trovejam enigmas nas tardes claras de meu sereno. Recolho resquícios da latente vontade de meus olhos para fertilizar outros campos, enxugando um sorriso com mãos do que é possível ser, por hora.
Retorno ao meu ponto de encontro por um suspiro e, sorrateiramente, sinto teu despretensioso toque a negar o pacto que firmamos sem palavras, mas que cumpliciamos ao longo dos encontros.
O que somos, afinal?